Mulheres inglesas que transformaram o mundo

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As mulheres, mesmo sofrendo toda a opressão de uma sociedade patriarcal e tendo que lutar muito para conquistar alguns direitos, sempre conseguiram grandes feitos que beneficiaram toda a nossa sociedade. Hoje, a Wizard Maringá vai colocar uma lupa na Inglaterra para homenagear algumas mulheres que transformaram o mundo.

Mary Wollstonecraft (1759-1797)

Essa mulher foi uma das poucas a ganhar a vida escrevendo em Londres durante o século XVIII, de maneira profissional e independente, algo completamente incomum na época. Em seu trabalho Vindicação dos direitos das mulheres (1792), ele afirma que homens e mulheres são iguais por natureza e que são tratados de maneira diferente por sua educação na vida. Com isso, a filósofa e escritora estabeleceu os fundamentos do feminismo moderno.

As irmãs Brontë (1816-1855)

A tríade formada por Charlotte, Emily e Anne é reconhecida por abrir um caminho que permaneceu proibido para as mulheres no século XIX. As irmãs, consideradas até agora pioneiras na literatura inglesa com Jane Austen, não apenas retrataram as batalhas internas de diferentes mulheres, mas também as dificuldades sociais enfrentadas pelas constrições da era vitoriana. Os romances Jane Eyre, de Charlotte; O Morro dos Ventos Uivantes de Emily; e Agnes Gray, junto com O Inquilino de Anne’s Wildfell Hall, abordam questões como violência de gênero e alcoolismo.

Ada Lovelace (1815-1852)

Ela era uma matemática, cientista da computação e escritora, considerada a primeira programadora de computador. Ficou famosa pelo seu trabalho na calculadora de uso geral. De fato, Ada deduziu e previu a capacidade dos computadores, além dos simples cálculos de números. Entre suas anotações estava o que hoje é reconhecido como o primeiro algoritmo destinado a ser processado por uma máquina.

Emmeline Pankhurst (1858-1928)

A ativista britânica liderou o movimento sufrágio no Reino Unido. Em 1903, ela fundou a União Social e Política das Mulheres (WSPU) para abrir o voto parlamentar às mulheres, um fator determinante na obtenção desse direito.

Marie Stopes (1880-1958)

Pioneira do controle de natalidade, Stopes era uma paleobotânica escocesa cujas concepções de eugenia causaram um rebuliço na época. Ele também é conhecido porque, em 1921, ele abriu a primeira clínica a espalhar métodos contraceptivos. Além disso, ela escreveu dois livros: Married Love e Wise Parenthood, ambos controversos por dar conselhos explícitos sobre contracepção.

Virgina Woolf (1882-1941)

Esta escritora e editora é considerada uma das figuras renovadoras do romance moderno e é conhecida por refletir sobre a identidade feminina nas artes. Uma de suas obras mais famosas é Uma sala própria (1932), na qual ela manifesta o ideal da independência das mulheres.

A Wizard Maringá convida você a conhecer o trabalho de mais mulheres que contribuíram com seu entusiasmo, comprometimento, curiosidade, imaginação e intelecto em várias áreas da nossa sociedade.

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